A vida dá muitas voltas, às vezes giros de 360 graus, que lhe deixam tonto e no mesmo lugar de antes. Não foi esse o caso de Tiquinho, alcunha recebida ainda na adolescência em função de uma desvantagem anatômica. Traumatizado por uma vida de humilhações, passou a evitar os vestiários masculinos, banheiros públicos e as mulheres. É sabido que estas últimas consomem tempo e energia, o que sobrou a Tiquinho para se tornar um gênio da informática e das finanças. Grande investidor, logo obteve uma pequena fortuna, adquiriu uma camionete importada de cabine dupla e saiu dando fechadas nas pessoas de carros menos possantes, como é costume entre os deficientes penianos. Comprou todas as bugigangas eletrônicas disponíveis no mercado, viajou o mundo, mas não era feliz. Tentou todos os tratamentos para o seu problema: cremes, pílulas, ervas, técnicas orientais, aparelhos de tração, bombas de vácuo, cirurgias, mas nada foi eficaz, até que descobriu a técnica revolucionária do Dr. Heinrich Schwartz.
Após o implante de células-tronco de cavalo, Tiquinho viu seu membro adquirir proporções eqüinas. Seu apelido mudou para Ticão, perdeu a timidez com as mulheres, mas nem tudo saiu como o previsto. Passou a ter dificuldade para comprar roupas e não conseguiu mais ir à praia sem atrair olhares – não de admiração, como pretendia, mas de curiosidade, como uma aberração – e as parceiras recusavam a penetração devido ao comprimento e grossura de seu membro. Para poder ter sexo, partiu para o cinema pornô. Porém, poucas eram as atrizes que aceitavam contracenar com ele, restringindo bastante o que aceitavam fazer em cena. Sua vida mudou quando foi convidado para um filme de sexo bizarro. Conheceu Mimosa, uma vaquinha Nelore que hoje mora com ele em um sítio. Vivem de renda, longe de olhares humanos, e Ticão hoje é um homem feliz: está certo de que ela o ama pelo que ele verdadeiramente é.
Após o implante de células-tronco de cavalo, Tiquinho viu seu membro adquirir proporções eqüinas. Seu apelido mudou para Ticão, perdeu a timidez com as mulheres, mas nem tudo saiu como o previsto. Passou a ter dificuldade para comprar roupas e não conseguiu mais ir à praia sem atrair olhares – não de admiração, como pretendia, mas de curiosidade, como uma aberração – e as parceiras recusavam a penetração devido ao comprimento e grossura de seu membro. Para poder ter sexo, partiu para o cinema pornô. Porém, poucas eram as atrizes que aceitavam contracenar com ele, restringindo bastante o que aceitavam fazer em cena. Sua vida mudou quando foi convidado para um filme de sexo bizarro. Conheceu Mimosa, uma vaquinha Nelore que hoje mora com ele em um sítio. Vivem de renda, longe de olhares humanos, e Ticão hoje é um homem feliz: está certo de que ela o ama pelo que ele verdadeiramente é.



8 comentários:
Que conto bizarro! hahaha
Toda panela tem a sua tampa... hahahahahaha
Temos mesmo que tomar cuidado com o que a gente deseja. Costumamos desejar o que ACHAMOS que os outros querem em nós, mas quando se realiza, a gente se dá conta de que ninguém queria aquilo, essa percepção era apenas fruto da nossa insegurança e neuroses...
Ok, ok. Eu não quero mais uma bunda de um metro. Paulo me salvou!
Bel: eu acho que vou escrever uma série de contos bizarros... tire as crianças da sala! rs Bjão
Sally: Então é melhor você ligar pro Dr. Heinrich Schwartz e cancelar a encomenda de células-tronco de tanajura. Rs. Bjs!
Como o ser humano nunca está feliz, obviamente Tiquinho encontraria poréns no seu tratamento com células-tronco... ainda bem que tudo terminou bem para ele e para a vaca!
Adorei a relação entre desocupados que ficam dando fechadas no trânsito com insatisfação do porte peniano hahaha!
Beijos querido, ótimo dia pra ti!
Por isso que eu estou muito satisfeito com o tamanho do meu documento [...]
Pepper: o trânsito daria um tratado psicológico... Bjs!
Kaique: ainda bem, pq o tratamento do Dr. Schwartz é apenas ficção. Abraço
cara, meu vizinho acaba de comprar uma picape gigantesca!
como é que eu vou olhar pra cara dele e não cair na gargalhada?
a pergunta que não quer calar: quem tem carro pequeno e é supereducado no trânsito é bem avantajado?
hmmm..Tô desconfiada das intenções sub-reptícias desse conto bizarro...
Milu: não olhe pra cara, olhe mais pra baixo. Assim você pode ver se ele segue a regra ou é uma exceção. Vou pensar na sua pergunta quando for trocar meu Celta, dirigindo com todo cuidado até a concessionária. Melhor eu escolher um nem muito grande, nem muito pequeno, pra evitar problemas com o PROCON. :P
Bjs
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