sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ficção, realidade e bengaladas

Quando um jovem de personalidade esquizotípica pega uma arma e sai atirando a esmo dentro de um cinema, rapidamente constatam que ele assistia a filmes de guerra e jogava videogames de tiros. Aí surge uma avalanche de protestos contra a violência em filmes e games, antes mesmo que se pesquise um nexo causal entre estes hábitos e a situação de agressão descrita. Porém, quando uma velhinha agride a bengaladas um ator que faz o papel de vilão em uma novela, ninguém diz que a teledramaturgia confunde a cabeça das velhinhas. Assume-se prontamente que uma pessoa no seu juízo perfeito e com as informações necessárias não confundiria ficção (fantasia) com realidade, portanto o problema estaria na velhinha e não na novela. Conclusão: pelo sim, pelo não, mantenha a vovó longe dos filmes de guerra e dos games de tiros.

7 comentários:

Raphael Rocha Lopes disse...

É a tal da relativização do pensamento. Temos sempre razão. E, numa análise um pouco mais abrangente desse seu excelente exemplo, se algo que fazemos de errado é em nosso benefício, consideramos nem tão errado assim, afinal...

Andrea de Godoy Neto disse...

Nossa, Paulo! Já pensou???...kkkkkkk

Bom findi pra ti
beijos

Paulo César Nascimento disse...

Raphael: é bem assim que funciona. :-) Abs

Andrea: Bom findi pra vc tb. Bjs

Alline disse...

Adoro game de tiro!!!

FlaM disse...

hahahah
Porque não fazem games de bengaladas e velhinhas assassinas?

Paulo César Nascimento disse...

Alline e Flávia: o que vcs acham melhor, um game em que se comanda uma velhinha para detonar artistas globais a bengaladas ou um em que se atira nas ditas cujas para impedir os "astricídios"? Bjs

FlaM disse...

resposta a, resposta a!!!!

 
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