domingo, 26 de setembro de 2010

Contra a burrice, a solidariedade

Uma noite de domingo chuvosa não costuma ser a coisa mais animadora do mundo. Está certo, as plantinhas precisam da chuva, e tal, mas isso não serve de consolo. Aí, como se não bastasse ser domingo e estar chovendo bastante, a besta aqui resolveu atolar o carro às dez da noite em um barranco, felizmente escorado em uma pedra. Por sorte o local era habitado e uns rapazes, provavelmente músicos que estavam gravando no estúdio ali perto, propuseram-se a me ajudar a desatolar. Um dos conceitos básicos para quem desatola carros na lama é não ficar na frente da roda, mas foi o único lugar que sobrou para mim e eu tinha que tirar o carro de lá. Ele saiu, mas eu ganhei de prêmio um tratamento de beleza e cheguei em casa com lama saindo dos ouvidos, literalmente. Para quem não tinha assunto para a postagem de hoje, até que o saldo foi positivo. O único lesado foi um dos rapazes que me ajudaram, que teve dois dedos presos na porta pelo que foi dirigir. Doeu até em mim. Agradeço aqui aos generosos vizinhos da Ginny.

3 comentários:

Murilo disse...

"Doeu até em mim" foi boa, professor... hehehehe

Abraço

Alline disse...

E o que é que numa noite de chuva dessas tu estavas na rua, homem de Deus? Salvo pelo gongo, digo, pelas boas almas do barranco. rsrs

Beeeeeijo!

Paulo César Nascimento disse...

Murilo: precisavas ver o estrago. Abs

Alline: estava ensaiando (duo: violão e voz). Bjs

 
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