sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Livros eletrônicos e de papel

Em um futuro não muito distante, espaço físico, tempo livre, água potável, ar puro e silêncio serão luxos. Hoje em dia já é complicado estacionar de graça, circular por aí ou não morar em um cubículo. Por isso, a possibilidade de guardar músicas, filmes e livros em meio eletrônico é muito sedutora. Eu precisaria de um quarto a menos no apartamento, não fosse meu hábito/ vício da leitura. Por isso, comecei a substituir meu acervo de livros de papel e os meus CD. Não que eu ache isso uma maravilha, porque uma traça leva muito mais tempo para corromper um livro do que um vírus para acabar com um ebook. Além disso, o livro de papel é melhor para calçar mesas, matar baratas e inclusive prevenir ataques de quero-quero (já me aconteceu isso). Tenho um leitor de ebook da foxit e estou muito feliz com ele, mesmo com as limitações que oferece. Quanto aos tablets, o problema é o mesmo dos netbooks: a bateria dura pouco. Isso não ocorre com a tecnologia e-ink, então a leitura mais prolongada pode ocorrer nos leitores de ebook, embora com a desvantagem da falta de cores. O chato é recarregar a bateria: para 2000 viradas de página, oito horas de recarga.

2 comentários:

Kaique disse...

Tá aí uma coisa que eu não pretendo fazer tão cedo. Não penso em trocar o bom e velho livro — que posso amassar, dobrar, e sentir aquele cheirinho de novo (ou de velho) — por um e-reader de quase mil reais. O livro de papel traz sensações incríveis, e esses e-books não podem distruir uma cultura de mais de 5 mil anos...

Vou ser "conservador" até o fim.

Abraços, ;D

Paulo César Nascimento disse...

Kaique: os budistas diriam que você foi uma traça em uma vida passada. Para chegar ao Nirvana, é rpeciso se desapegar... abs.

 
design by suckmylolly.com